O táxi como negócio - Taxista Empreendedor

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

“20 Km de Cascais” – Dois mil atletas correm a emblemática prova

No próximo dia 14, pelas 10 horas, tem lugar mais uma edição da corrida “20 km de Cascais”, organizada pela Câmara Municipal de Cascais e pelo Centro de Cultura e Desporto do Município.Corrida reúne perto de 2.000 atletas junto à Baía de Cascais
Esta, que é uma das mais emblemáticas provas do concelho, tem vindo, ano após ano, a envolver cada vez mais participantes, estimando-se que nesta edição alinhem à partida cerca de dois mil praticantes de atletismo.
A concentração acontece na Praça de 5 de Outubro, ponto de partida e chegada dos atletas, num cenário convidativo à prática de desporto ao ar livre, como é a Baía de Cascais. Daqui, os atletas podem dividir-se em duas provas distintas consoante a sua preparação e resistência físicas:
Os “20 KM de Cascais”, onde é proposto um percurso junto ao mar, até ao Guincho e regresso, ou a “Rapidinha de 5 km”, na qual os participantes são convidados a descobrir os recantos da vila, em passeio ou passo de corrida. A prova vai obrigar aos seguintes condicionamentos de trânsito:
(09h30 – 13h00: Passeio D. Luís e Av. D. Carlos I (Baía de Cascais); 9h45 – 10h45: Av. 25 de Abril e Alameda Combatentes da Grande Guerra; 9h45 – 12h30: Av. da República, Estrada do Guincho (EN 247), desde o cruzamento com a Rua da Torre até à recta entre o Farol do Cabo Raso e o Restaurante Arriba – João Padeiro).

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Braga: Empresa de táxis é a primeira a ser certificada no país

A empresa de táxis 'TáxiBragaII' certificou os serviços que presta junto do Instituto Português da Qualidade, tornando-se a primeira a consegui-lo em Portugal, disse à Lusa o seu proprietário.
Leonel José Ferraz adiantou que a certificação 'envolve todos os procedimentos da prestação de serviço do táxi, desde que o cliente pede o serviço até que é deixado no local'.
Engloba aspetos como os da segurança do veículo, modo de condução, cumprimento das regras de trânsito e de horários e tratamento pessoal com os clientes.

'Foi-nos feita uma auditoria por uma empresa autorizada pelo Instituto e não foi encontrada nenhuma inconformidade pelo que obtivemos a certificação', salientou, realçando que há muito poucos táxis certificados no mundo e que o processo custou, ao todo, seis mil euros.

Leonel Ferraz, de 45 anos, salienta que a obtenção do 'diploma' dá mais garantias aos utentes dos dois táxis da firma, que 'sabem que viajam num veículo seguro - com todas as revisões feitas na marca de origem - com condutores experimentados , que não violam as regras de trânsito e da urbanidade e que, para mais, têm boa cultura geral e falam línguas, seis no total, entre os dois motoristas'.

'Ficou comprovado que os nossos carros nunca tiveram um acidente nem sequer um toque ligeiro noutro veículo', referiu, frisando que o veículo que conduz percorre entre 10 a 12 mil quilómetros por mês.

O empresário, que já mandou pôr o dístico da certificação nos veículos, adianta que a qualidade do serviço, foi alvo de várias auditorias externas, que vão continuar para que todos os requisitos continuem positivos.

'Estou a pensar fazer um curso de condução defensiva para dar ainda mais garantias a quem nos procura', sublinhou.

A qualidade dos táxis passa, ainda, por uma política de transparência de preços e pela certificação do taxímetro, de acordo com as normas legais.

'Ficarei satisfeito se for fiscalizado pela ASAE porque tenho tudo nos conformes', garantiu.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Reabertura da CREL sem data definida

A reabertura da circulação rodoviária na CREL não tem ainda data definida, uma vez que continuam a deslizar terras para a auto-estrada “a uma velocidade de cinco centímetros por hora”.
“Continuam a deslizar terras para a plataforma da via a uma velocidade de cinco centímetros por hora. Pode piorar se chover”, disse aos jornalistas Isabel Gonzales, responsável pela direcção dos trabalhos.
O porta-voz da Brisa, Franco Caruso, adiantou que “neste momento, dada a complexidade da situação, é prematuro dar um prazo” para a reabertura da circulação automóvel. “Estamos a fazer trabalhos de contenção do deslizamento de terras e a remoção das mesmas. A situação não está ainda estabilizada”, disse.
Sem adiantar os nomes dos proprietários dos terrenos de onde a terra desabou, o representante da concessionária disse que a empresa irá reclamar e fazer valer os seus direitos junto dos donos.
“Os terrenos têm proprietários a quem vão ser reclamadas eventuais responsabilidades que estejam relacionadas com o esforço financeiro bastante importante que a Brisa está a fazer para preservar o trecho de auto-estrada afectado, para travar o deslizamento, que se mantém instável, e eventualmente para fazer trabalhos de contenção destinados a prevenir novo deslizamento”, referiu.
No local encontram-se hoje à tarde dez escavadoras, uma pá carregadora e dois tractores de escavação.
Diariamente, 60 veículos pesados transportam as terras para o aterro das Salemas, numa área próxima, e, segundo Isabel Gonzales, demoram cerca de cinco minutos a encher.
No total foram já retirados mais de 80 mil metros cúbicos de terra. Segundo os responsáveis, as máquinas que se encontram no local já operaram mais de mil horas desde sexta-feira.
Na quarta-feira o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, negou quaisquer responsabilidades da autarquia na deposição de terras naquele terreno e afirmou que o Grupo Espírito Santo era, através do fundo imobiliário Edifundo, o proprietário.
No entanto, o Grupo Espírito Santo informou depois que a construtora Obriverca é a única proprietária do espaço, através de um fundo imobiliário. A construtora Obriverca já foi propriedade do presidente do Benfica, Luis Filipe Vieira.

JUNTA DE BELAS
O presidente da Junta de Freguesia de Belas, Guilherme Dias, adiantou que foram empresas construtoras quem colocou as terras naquele aterro. Segundo o autarca, muita da terra depositada naquele local é proveniente dos concelhos de Lisboa e Amadora e das “obras do Metropolitano”.

ALTERNATIVAS AO CORTE DA CREL
A Brisa procedeu à identificação dos trajectos alternativos, que validou com a Polícia de Segurança Pública, a Guarda Nacional Republicana e com a Direcção de Estradas de Lisboa. As alternativas sugeridas são:
- Para quem vem do Norte ou do Oeste por auto-estradas como a A1 ou a A8, e particularmente para o trânsito de pesados, a Brisa sugere a opção pela 2ª Circular/CRIL. No caso da opção ser a CREL, os automobilistas deverão optar por sair no Nó de Odivelas, utilizando o IC 17 e o Eixo Norte/Sul.
- Para o tráfego proveniente da linha de Sintra, com destino à zona norte de Lisboa, a Brisa sugere a opção pelo IC19 em direcção a Lisboa
- Para o tráfego proveniente da linha de Cascais a Brisa sugere a A5, até ao centro de Lisboa ou, em alternativa, realizar o percurso A5/CRIL/2ª Circular
- Para os automobilistas originários de Norte que, ainda assim, optem pela CREL, a Brisa sugere a saída no Nó de Belas seguindo a sinalética provisória de desvio com as indicações A9/A16, atravessando as localidades de Belas e Idanha. O trânsito proveniente do IC16 poderá também optar por sair para a Amadora (junto ao Centro Comercial Dolce Vita Tejo) em direcção ao IC19
- Para o trânsito proveniente de Sul, por exemplo, pela Ponte Vasco da Gama, a Brisa sugere a 2ª circular e o Eixo Norte/Sul.
Os trajectos alternativos estão sinalizados nos painéis de mensagem variável, de todas as vias interligadas com a CREL (auto-estradas A1, A2, A5, A8, A9-Crel, A10, A12, A16 e IC19 e Ponte Vasco da Gama). Em acréscimo, foi colocada sinalização especial de desvio - de cor amarela - com indicação dos destinos possíveis, nas mesmas vias.

Esfaqueamento a taxista seguido de atropelamento

De uma frieza extrema so vendo




Bombeiros acusam Governo de querer negar transporte a doentes

Liga diz que Ministério da Saúde está a impor restrições à prescrição do serviço.

A Liga de Bombeiros Portugueses acusou ontem o Ministério da Saúde (MS) de querer "negar" o direito de transporte aos doentes que têm de se deslocar aos tratamentos. Ao DN, o presidente da Liga, Duarte Caldeira, disse conhecer casos de unidades locais de saúde em que estão a ser "dadas orientações aos médicos para que não prescrevam este transporte feito nas ambulâncias dos bombeiros, e privilegiem o transporte público".
Por isso, do encontro de ontem do Conselho Nacional da Liga, saiu a decisão de solicitar amanhã uma reunião à ministra Ana Jorge, com carácter de urgência. Até porque, lembra Duarte Caldeira, o Governo assinou em Outubro do ano passado um protocolo com as corporações de bombeiros onde se definiram as novas regras para o transporte de doentes, ficando apenas em aberto o preço a pagar, por quilómetro, pelo Estado aos corpos de bombeiros.
"O Estado está a prejudicar os direitos e interesses dos cidadãos ao dizer aos médicos que não devem prescrever este serviço, ou que o devem fazer apenas em casos urgentes", adianta Duarte Caldeira, citando o caso da unidade da Guarda. "Tememos que esta orientação seja alargada a outros centros de saúde e hospitais."
Duarte Caldeira explica que o acordo assinado com o Ministério da Saúde prevê alterações à forma como actualmente o serviço é prestado, passando, por exemplo, a ser prescrito apenas pelo médico mediante uma credencial. "Não faz sentido negociar por um lado e, ao mesmo tempo, dar orientações noutro sentido", afirmou, considerado que a diminuição deste serviço põe também em causa a sustentabilidade financeira das corporações de bombeiros.
"Não aceitamos é que seja privilegiado o transporte público, por exemplo, o táxi ou autocarro, e o médico considere a ambulância apenas como a última hipótese", afirmou o representante das corporações de bombeiros, lembrando que na ambulância é prestado um serviço de saúde e não feito apenas um transporte.
O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde negou ontem, em declarações ao Jornal de Notícias, que tenham sido dadas indicações para não se prescrever o transporte aos doentes. Manuel Pizarro disse que foram dadas apenas indicações para se aplicar um rigor maior. O DN tentou ouvir o MS mas tal não foi possível ontem.

Fonte:DN

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