O táxi como negócio - Taxista Empreendedor

sábado, 6 de outubro de 2012

Aplicativos usam GPS de celular para ajudar usuário a pegar táxi


Programas permitem pedir táxi com um clique na tela.
Usuários podem, também, acompanhar chegada de carro por mapa.

Aplicativos para smartphones lançados no Brasil buscam facilitar o processo de chamar e localizar um táxi em grandes cidades. Os programas se aproveitam de tecnologias embarcadas nos próprios smartphones.
O GPS, por exemplo, é usado para encontrar o carro mais próximo --o usuário pode, também, acompanhar a chegada do seu táxi em tempo real, direto no mapa.
Veja algumas opções de aplicativos para pegar táxi:
Tela do Easy Taxi (Foto: Reprodução)Tela do Easy Taxi (Foto: Reprodução)
'Easy Taxi'
Usa a localização do usuário para determinar o veículo mais próximo. Ao abrir o programa é exibido um mapa com a localização e o usuário deve clicar em “Pedir Táxi”.
Segundo os criadores, todos os taxistas participantes são cadastrados, incluindo foto do motorista e detalhes do carro que será usado na viagem. O usuário também pode acompanhar a chegada do táxi pelo mapa. Por enquanto, só funciona para pedir táxi no Rio de Janeiro.
Disponível para: iOS (clique aqui) e Android (acesse aqui)
Preço: Gratuito

Tela do Resolve Aí (Foto: Reprodução)Tela do Resolve Aí (Foto: Reprodução)
'Resolve Aí'
Promete encontrar o carro mais perto do usuário e enviar o pedido ao taxista. O aplicativo também permite acompanhar a chegada do táxi pelo mapa, em tempo real.
Pode ser usado no Rio de Janeiro, em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte.
Disponível para: iOS e Android (acesse aqui)
Preço: Gratuito

Tela do Taxi Beat (Foto: Reprodução)Tela do Taxi Beat (Foto: Reprodução)
'Taxi Beat'
O aplicativo mostra os táxis disponíveis ao redor do usuário, por meio de um mapa. É possível ver informações como o nome dos motoristas, as avaliações que eles receberam de outros passageiros, o modelo do carro e a distância em que ele se encontra. Escolhido o carro, é preciso fazer o pedido.
Enquanto espera o táxi, o usuário pode ver a movimentação do carro pelo mapa, em tempo real. Por enquanto, disponível apenas no Rio de Janeiro.
Disponível para: iOS e Android (acesse aqui)
Preço: Gratuito

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Britânica faz sexo no banco de trás de táxi e pode ficar 5 anos presa

Segundo a polícia local, o taxista viu o casal em cenas íntimas pelo seu retrovisor
A empresária britânica Rebecca Blake, de 29 anos, foi flagrada fazendo sexo, bêbada, no banco de trás de um táxi, em Dubai.
Ela estava na companhia do irlandês Conor McRedmond. Ambos foram presos e tiveram que se apresentar à Corte de Dubai nesta terça-feira (03/10).
Segundo o tabloide Daily Mail, a empresária disse que passou apenas cinco minutos dentro do táxi, antes de o motorista denunciá-la à polícia.
Mas admitiu não ser “santa” e confessou que estava muito bêbada.
Além de perder o emprego em uma consultoria, Blake passou cinco dias na prisão, onde foi mordida por baratas.
A empresária contou ao jornal The Sun que, antes de ser presa, ela participou de um brunch no Hotel Rotana, em Dubai, onde havia bebida de graça.
“O álcool era constante. O seu drink nem chegava à metade e você já estava pegando outro”, disse a empresária.
— Eu não sei o quanto bebi, eles só ficavam trocando os copos. Eu gosto de festa e gosto de beber, eu sou solteira, com um bom trabalho e não sou santa.
Depois que saiu do hotel, Rebecca Blake e seus amigos foram para outro bar, onde ficaram até às 22h. Em seguida, a empresária e McRedmond decidiram pegar um taxi para voltar para casa.
Segundo a polícia local, o taxista viu o casal em cenas íntimas pelo seu retrovisor.
Revoltado com a situação, o motorista parou o carro e reclamou com os policias que estavam parados próximo ao local.
Quando se aproximou do táxi, o policial flagrou Blake e McRedmond fazendo sexo no banco de trás do carro.
A empresária não quis comentar o que aconteceu no carro, mas admitiu que foi uma situação "obscura".
O casal passou cinco dias preso acusado de fazer sexo fora do casamento e de ficar bêbado em local público, atos considerados crimes em países islâmicos.
Mesmo libertada, a empresária continua respondendo a um processo. Se condenada, ela pode passar três anos na prisão.

Pegadinha Caveira Taxista no cemitério - Silvio santos


Trânsito caótico em Lisboa devido à greve nos transportes

O trânsito intenso em Lisboa foi a maior dificuldade provocada pela greve nos transportes.
O trânsito intenso em Lisboa foi, hoje de manhã, a maior dificuldade provocada pela greve nos transportes. Alguns taxistas admitiam ter sido mais procurados pelos clientes do que o habitual, mas as longas filas dificultaram o transporte.
"O trânsito está caótico. As pessoas têm procurado mais os táxis, porque uma greve do metro complica muito a vida às pessoas. Tenho tido mais clientes, mas é complicado para os clientes e para nós, porque não podemos circular. Demorei quase uma hora e meia entre o Campo Grande e o Cais do Sodré", contou à Lusa Pedro Ventura, que pelas 09:00 aguardava pelo próximo serviço na praça de táxis junto à estação do Cais do Sodré, em Lisboa.
No entanto, entre os taxistas, as opiniões dividiam-se. Para o taxista Vítor Costa, este "é um dia como os outros". "Está fraco de clientes e há muita confusão no trânsito. Há muitos carros particulares e as pessoas [que procuram transportes públicos] não têm dinheiro. Isto está fraquinho. A última greve do metro foi um dia bom, mas hoje está muito fraco, não está a render", lamentou.
As queixas estendiam-se aos comerciantes da estação do Cais do Sodré, que dependem do movimento dos utentes dos transportes públicos para vender. Ricardo Pereira, gerente de um posto de venda de jornais e revistas dentro da estação, aponta quebras no negócio entre os 40% e os 50%
num dia de greve, mas ainda assim, os restantes 50%, garantiu, fazem valer a pena trabalhar nestes dias.
E apesar de compreender os motivos de quem faz greve, questiona o momento da paralisação. "Deviam fazer greve quando há dinheiro para distribuir por todos, e agora não há. O que estão a fazer é prejudicar os utentes. Não
prejudicam a empresa e não é pela greve que vão ter as suas reivindicações mais ou menos satisfeitas. Os passes são comprados no fim do mês, a empresa só perde o dinheiro de bilheteira, poupa em ordenados, eletricidade, no desgaste do material. Se calhar a Refer ou a CP até lhes agradecem a greve", afirmou.
Isabel, empregada de um café junto aos pórticos de entrada da CP, e onde muitos utentes param para beber um café, disse que num dia de greve se perdem "imensos clientes" e que pouco compensa trabalhar num dia assim.
Habituada a ouvir os desabafos dos clientes, disse que do que mais se queixam em dias de greve é do 'stress', de ficarem impedidos de ir trabalhar ou de serem forçados a chegar atrasados, numa altura em que está cada vez mais difícil encontrar ou manter um emprego.
Rosana, utilizadora dos serviços da CP, disse que tem sorte em ter um "patrão compreensivo", porque os seus horários são rígidos, assim como é o horário dos transportes que usa para chegar ao emprego.
"Tenho horário certo para apanhar o autocarro. Se não tiver comboio, perco o autocarro", explicou. Já Fátima Freixe diz que no seu caso o que a incomoda mais não são
os problemas de horário, uma vez que o seu até é flexível, mas ter que programar o dia de forma completamente diferente para compensar a falta de um transporte.
Os trabalhadores da CP, do Metropolitano e da Rodoviária estão hoje em greve. No caso da CP, os serviços urbanos de Lisboa e Porto da CP enfrentam hoje o quarto dia de greve consecutivo às duas primeiras horas de turno, com supressões previstas na ordem dos 60%, enquanto
o Metropolitano de Lisboa está paralisado.
Na Rodoviária, os sindicatos estimam que a greve dos motoristas consiga uma adesão de 70% a 80%

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Taxista descobre que carro foi clonado após receber notificação do DFTrans



O taxista José Soares Brandão descobriu da pior maneira que seu táxi estava irregular. Ele recebeu uma notificação do Departamento de Concessões e Permissões, informando que ele teria fugido de uma fiscalização. Na verdade o táxi de Brandão havia sido clonado. O veículo foi apreendido na última segunda-feira (1), próximo a um supermercado no centro da Ceilândia. Mas ele só foi abordado por outros taxistas em Taguatinga, região administrativa do DF.

O falso táxi aparentemente era regular. Tinha selo do Inmetro, placa vermelha, portas pintadas e até um taxímetro. A fraude estava no número da permissão estampada na porta que havia sido clonada. O carro só foi encontrado porque outros taxistas se mobilizaram para identificar o veículo falso e denunciaram a fiscalização.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Detidos depois de assaltarem taxista de 61 anos

A PSP deteve na passada sexta-feira, na Amadora, três suspeitos de terem assaltado uma taxista de 61 anos de idade.
Segundo as autoridades tudo terá acontecido quando quatro indivíduos entraram no táxi da vítima, uma mulher de 61 anos, na Gare do Oriente, em Lisboa.
Os suspeitos pedir para ser transportados para a Falagueira, na Amadora, mas ao chegarem ao destino, roubaram a bolsa da vítima ameaçando a mesma com uma arma branca. De seguida abandonaram o local em direção ao Bairro Quinta da Lage. A PSP conseguiu, depois da queixa da vítima, localizar três suspeitos no interior do bairro.
Um dos indivíduos, ao qual lhe foi apreendido um saco de plástico com 8,52g de liamba e 5 euros, tentou fugir à PSP, mas foi de imediato intercetado no local onde foi localizada a mala que havia sido roubada à vítima e duas armas brancas.
Os detidos, que foram posteriormente reconhecidos pela vítima, foram presentes no Tribunal Judicial da Comarca da Amadora para interrogatório, tendo sido decretado, como medida de coação, prisão preventiva aos dois que já possuíam antecedentes criminais, enquanto que ao terceiro, foi-lhe decretado termo de identidade e residência