O táxi como negócio - Taxista Empreendedor

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Rádio Táxis COSTA DO SOL tem «fundo de maneio»

Rádio Táxis cria «fundo de maneio» devido a atrasos no pagamento do transporte de doentes renais

O presidente da Rádio Táxis de Cascais afirmou, esta segunda-feira, que foi obrigado a criar um «fundo de maneio» para conseguir pagar aos sócios devido aos atrasos da Segurança Social ou das autoridades de Saúde no pagamento do transporte de doentes renais.


Carlos Dias, presidente da Rádio Táxis de Cascais, justifica diferença de valores com «pequena taxa administrativa»

Os doentes dos centros de Saúde de Cascais que fazem diálise e que optem por usar o táxi, até agora pago pela Segurança Social, terão de adiantar o dinheiro, sendo reembolsados até 60 dias.

A decisão foi justificada pela directora do Agrupamento de Centros de Saúde de Cascais, Helena Costa, com algumas situações irregulares detectadas na facturação dos táxis.

Num caso, «a facturação apresentada pela Rádio Táxis no mesmo percurso era substancialmente superior a um táxi normal», contou, considerando que decidiu alterar os «reembolsos de transportes e fazer cumprir a lei».
Confrontado com estas diferenças, o presidente da direcção da Rádio Táxis de Cascais afirmou que é uma «situação normal» e deve-se a uma «pequena taxa administrativa para fazer funcionar a estrutura».

Carlos Dias aproveitou ainda para denunciar atrasos no pagamento à empresa por parte do Estado, exemplificando que ainda está para receber o mês de Dezembro relativo ao transporte na zona da Parede.
Esta situação, acrescentou, obrigou a empresa a criar um «fundo de maneio» para pagar aos sócios.

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1536516&tag=Transportes


Associação critica alterações no pagamento de táxis aos doentes renais

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1536508&tag=Transportes


Doentes renais que optem por táxi obrigados a adiantar dinheiro

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1536493&tag=Transportes

Fonte : TSF

terça-feira, 6 de abril de 2010

SACO AZUL, VERDE, VERMELHO!!! É ESCOLHER A COR

Estala a bomba e os foguetes vão no ar…arrebentam e ficam todos queimados!!!
Todos, salvo seja!!!
O objecto social desta Cooperativa (RTCS), não tem fins lucrativos, desenvolve a sua actividade na área de comunicações, organizando, mantendo em benefício dos seus associados, estações radiotelefónicas emissoras e receptoras e um serviço de radiocomunicações com auto táxis, etc, etc….
Assim consta dos seus estatutos publicados em Diário da Republica.
A bronca estalou na TSF.
Num caso a facturação apresentada pela Rádio Táxis apresentava no mesmo percurso valores superiores a um “Táxi normal”, alguém o disse!
Certamente em muitos outros casos se passará o mesmo. O Presidente da Cooperativa (RTCS) admitiu perante os microfones da rádio acima referida que é cobrada uma taxa administrativa com o intuito de manter a estrutura em funcionamento. A estrutura á muito que está montada e em pleno funcionamento.
Os honorários dos Alegados funcionários administrativos (vulgo, telefonistas em PART-TIME), são da responsabilidade dos associados da cooperativa.
As acções desta Direcção, neste, como em outros casos acarretam consequências, há quem seja prejudicado, mas nunca ninguém responsabilizado. O “PODER” confere-lhes imunidade quase que diplomática.
Seria bom que neste caso a culpa não morre-se solteira. Que alguém fosse punido, que alguém assumisse a culpa.
Esta Direcção, tentou imputar as culpas dos preços praticados, ás más praticas profissionais dos motoristas, acusando-os de tudo e mais alguma coisa.
Vem agora a saber-se o porquê dos preços inflacionados, A TAXA ADMINITRATIVA.
Muitos de nós foram acusados de ROUBAR a cooperativa, obrigados a pagar uma penalização por cada serviço que tenha sido considerado demasiado alto, viaturas proibidas de usufruir dos serviços da central. Tudo isto porque a seriedade é um ponto de honra desta Direcção.
Esta Cooperativa tem vindo a lesar os cofres da Segurança Social, sistematicamente ao longo dos anos.
Finalmente alguém achou por bem acabar com estas irregularidades (DRº HELENA COSTA – DIRECTORA DO AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAUDE DE CASCAIS), fê-lo tarde mas fez.
Espero que não fique por aqui, espero que faça uma rigorosa comparação dos preços agora praticados, e os anteriormente apresentados pela Direcção da Cooperativa (RTCS). Aí se verá a verdadeira dimensão das irregularidades.
Na sua participação aos microfones desta rádio o Sr. Presidente da APIR (Associação Portuguesa de Insuficientes renais, defendeu o cumprimento da lei. Eu defendo o mesmo, mas sem lesar os cofres da já depauperada Segurança Social.
Os doentes hemofílicos, são neste caso os mais prejudicados, têm a minha simpatia e solidariedade, mas há que por termo a estas situações irregulares. Só com atitudes firmes e determinadas pode-mos inverter o rumo de total descalabro a que chegou este pais. Á que agir cortando o mal pela raiz.
Certamente, e depois de esclarecida esta situação tudo voltará a funcionar na normalidade.
Numa postagem da rádio TSF o Sr. Director ACÁCIO BAETA diz que pediram uma reunião quando souberam que os centros de saúde estavam a contactar os doentes. Pelos vistos os associados são os últimos a saber o que se passa. O desrespeito para com estes é notório. Até á presente data tudo o que se sabe é por conversas de rua. NENHUM COMUNICADO DA DIRECÇÃO foi transmitido.
“ A SERIEDADE DOS HOMENS DEIXOU DE SER UM PONTO DE HONRA DE MUITOS E PASSOU A SER UM PREVILÉGIO DE ALGUNS”.
No melhor pano cai a nódoa!!!
João Paulo Silva
Táxi nº 103

sábado, 3 de abril de 2010

«Não ha fumo sem fogo»

«Não há fumo sem fogo»


O certo e que a Seg. Social não proibiu os doentes /clientes de se servirem dos taxis nas suas deslocações para os respectivos tratamentos e retorno.Podem continuar a faze-lo mas não através da RTCsol. Central deixa de ser intermediaria.

O que se consta e e sabido e que os preços cobrados pela Central a Seg. Social são diferentes daqueles que marca o taxímetro.Isto pelo que julgo saber chama-se especulação e na nossa actividade esta bem definida esta figura.

Para alguns Sócios ate pode ser um mal menor mas para muitos podem ir acendendo as velinhas e rezar pedir com toda a fé que tiverem para que a SEGURANÇA SOCIAL não exija a devolução de todos esses valores que abusivamente tem sido cobrado durante estes anos. Não seria a primeira vez que praticavam tal situação e com a falta de verba que anda para ai não sei não . Vamos esperar para ver e que possa estar redondamente enganado.
Mas a ser verdade e depois de ler O BOLETIM INFORMATIVO Nº22 da RTCSol com tanto brio-profissional com tanta altivez arrogância e cagança da parte destes senhores DIRECTORES
Depois de dispararem em todos os sentidos estes senhores acabaram acertando no próprio pé .
Podem ate dizer agora que como mero assalariado de um SOCIO não tenho nada a ver com isto.
Pois não tenho não senhor nem quero ter!....
Todos nos já assistimos a colegas que foram acusados de denegrir a imagem da central e o seu bom nome com argumentação duvidosa e foram castigados implacavelmente por estes senhores ao abrigo do ART  26
( contravenção- suspensão de 5 a 30 dias )
Da ultima vez que passei por Caparide (Central) a porta principal por onde entrei  encontra-se ao fim do corredor logo após a sala de espera para quem sai a direita.
E que a porta dos fundos nao existe e e perigoso estamos no primeiro andar - SO HA UMA SAIDA A PORTA DA RUA

Um abraço
Fernando Pacheco

sexta-feira, 2 de abril de 2010

SECOU A TETA!!!

Secou a teta!!! Já não há leite!!! Acabou-se a mama!!!
Primeiro pensei ser piada, Afinal era 1º de Abril.
Depois constatei ser um triste facto.
A Segurança Social rescindiu o acordo de vários anos que mantinha com a COOPERATIVA RADIO TÁXIS COSTA DO SOL para o transporte de doentes para as clínicas de hemodiálise.
Conversei com vários clientes/doentes que estavam abrangidos por este acordo, com o intuito de saber a razão do sucedido.
A razão é bastante simples! A Direcção da COOPERATIVA RADIO TÁXIS COSTA DO SOL cobrava á Segurança Social valores superiores aos que realmente eram praticados pelos motoristas quando efectuado o serviço de transporte do cliente/doente.
Por se sentir lesada, a Segurança Social rescindiu o referido acordo.
Os clientes/doentes foram informados pela assistente social que não lhes estava vedado efectuar as suas deslocações para os tratamentos de táxi.
Poderiam estes optar por se deslocar de ambulância ou de táxi conforme a sua preferência. Os custos das deslocações seriam pagos mediante apresentação da factura do referido serviço.
Nunca foi posta em causa a honestidade dos motoristas que efectuaram o transporte dos clientes/doentes.
Foi claramente dito que a razão desta resolução por parte da Segurança Social se devia única e exclusivamente á especulação de preços praticada pela Direcção da COOPERATIVA RADIO TÁXIS COSTA DO SOL.
Tenho conhecimento de valores apresentados á Segurança Social que são em média 35% superiores aos valores realmente cobrados pelos motoristas, provavelmente haverá outros valores.
A especulação de preços é crime punido por lei.
Basicamente continuará tudo na mesma, mas nada será igual.
Os clientes/doentes continuarão a necessitar de fazer os tratamentos.
Os táxis continuarão a efectuar o transporte dos clientes/doentes nas suas deslocações.
No entanto clientes/doentes, associados e cooperantes são prejudicados.
Os clientes/doentes terão a partir desta data de suportar os custos das suas deslocações aos tratamentos, apresentando as respectivas facturas á Segurança Social que posteriormente lhe serão pagas. Um encargo que nos tempos que correm e tendo em conta a situação difícil em que muitos clientes/doentes se encontram, torna impossível de concretizar.
Existe também a possibilidade de um acordo entre o cliente/doente e um qualquer motorista de táxi disposto a assumir a despesa do transporte até ao final de cada mês. Também aqui muito poucos motoristas estarão dispostos e poderão suportar valores na ordem das dezenas senão centenas de euros durante um mês. Muito poucos estarão em condições de serem a muleta do cliente/doente.
Esta situação tem responsáveis, e há que apontá-los.
A vergonha e o descrédito mais uma vez caiu sobre a COOPERATIVA RADIO TÁXIS COSTA DO SOL.
Quem tanto apregoava a honestidade, a seriedade, o rigor, o respeito pelo cliente, está agora calado. Este é o momento de darem a cara, de darem explicações. É necessário informar os associados/cooperantes.
Tenho no entanto dúvidas que tal suceda. Os Senhores Directores vão continuar do alto do seu pedestal arrogantes como sempre, sem prestar esclarecimentos a ninguém, CALADOS e com a cabeça enterrada na areia, posição própria das avestruzes.
É triste, é vergonhoso, mas é a realidade.
Esta Direcção ficará na história da COOPERATIVA RADIO TÁXIS COSTA DO SOL pelos piores motivos.
Ficará conhecida como a Direcção que conseguiu acabar com os vulgarmente conhecidos entre nós como “SERVIÇOS DA CENTRAL”.
Transcrevo aqui uma passagem do boletim informativo nº 22/Prospecto eleitoral da responsabilidade exclusiva da anterior/actual Direcção:
“ A SERIEDADE DOS HOMENS DEIXOU DE SER UM PONTO DE HONRA DE MUITOS E PASSOU A SER UM PREVILÉGIO DE ALGUNS”.
Quem é sério não necessita de apregoar o facto, basta sê-lo.
Meus senhores tenham vergonha.
Nota: Se se provar que o que aqui escrevo não é verdade, assumirei as consequências, e apresentarei as minhas desculpas.
João Paulo Silva
Táxi 103

Taxista alvo de carjacking

Amadora: Motorista de 37 anos foi deixar um cliente e teve a viatura invadida por quatro assaltantes

O taxista, de 37 anos, tinha acabado de deixar um cliente numa rua da Amadora quando retomou a marcha. Eram 21h00 de quinta-feira e a ordem de paragem dada por uns semáforos numa rua escura despoletou minutos de terror para o motorista. Quatro homens invadiram o Mercedes 190 conduzido pela vítima que, com uma faca encostada ao pescoço, teve de entregar a viatura.
Paulo Estevão, comerciante na rua da Pedra Calcedónia, na Mina, Amadora, foi testemunha do pânico do taxista. "Ele entrou no meu café muito assustado, pedindo um telefone para contactar a PSP", recorda o comerciante.
Depois de, pelas 20h40, ter recolhido um passageiro na praça de táxis de Entrecampos, em Lisboa, a vítima conduziu-o à rua da Pedra Calcedónia, na Amadora. "O passageiro pagou e saiu normalmente", explicou ao CM fonte policial.
Poucos segundos após ter reiniciado a marcha, o motorista foi atacado pelos quatro ladrões. Um entrou para o lugar do pendura e os outros três para o banco de trás. Com uma faca encostada ao pescoço, o taxista foi forçado a abandonar a viatura, que foi conduzida pelo gang na direcção da Brandoa. Até ao final da tarde de ontem, a PSP procurava ainda localizar o táxi, propriedade de uma empresa da zona de Campolide, Lisboa.

PORMENORES

ALERTA DA COOPERATIVA
A empresa proprietária do táxi roubado (Táxis Buiça Lda., em Lisboa) é cooperante da Autocoope, que difundiu um alerta para os associados no sentido de localizar a viatura.

SEGURANÇA
Colegas do motorista frisaram ao CM a necessidade de reforço da segurança dos taxistas.

GANG VIOLENTO
Quatro homens, todos entre os 20 e os 30 anos, não hesitaram em encostar a faca ao pescoço da vítima. É desta forma que fonte policial descreve ao ‘CM’ o gang responsável pelo carjacking

Amadora: Quatro roubam táxi

Um taxista foi ontem vítima de carjacking na zona de Casal de S. Brás, na Amadora. O assalto aconteceu por volta das 21h00, quando quatro homens ameaçaram o taxista com uma arma branca. Os ladrões roubaram o táxi e terão ainda levado outros bens pessoais. Apesar do ataque, a vítima saiu ilesa. O caso está a ser investigado pela PSP.