O táxi como negócio - Taxista Empreendedor

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Detido suspeito de vários assaltos a taxistas

 Homem de 32 anos foi apanhado em flagrante delito num bairro da Amadora
O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial da Amadora, anunciou hoje a detenção de um homem de 32 anos, suspeito da prática de vários roubos a taxistas.

De acordo com a Lusa, o homem foi detido em flagrante delito na madrugada de terça-feira, na zona do Bairro 6 de Maio, na Amadora, tendo sido depois identificado em mais seis crimes deste tipo.

O suspeito estava referenciado pela PSP e possuía antecedentes criminais por roubo com recurso a arma de fogo, tendo já cumprido 12 anos de um total de 16 de prisão, tendo sido libertado em novembro de 2010.

Em comunicado, a PSP adianta que nos últimos meses, e após uma grande incidência de crimes violentos cometidos sobre os taxistas, na freguesia da Damaia, Venda-Nova e Reboleira, as autoridades desenvolveram uma série de procedimentos com vista à localização e detenção dos responsáveis por esta onda de assaltos.

Nesse sentido, explica a polícia, foram montados postos de vigilância discreta e efetuadas diversas abordagens a viaturas de táxi, no sentido de impedir novos roubos.

A ação da PSP da Amadora culminou com a detenção, em flagrante delito, do homem de 32 anos, suspeito de praticar diversos roubos a motoristas de táxi. As autoridades acreditam que o individuo terá sido o autor de mais seis furtos a taxistas.

Depois de presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial da Comarca da Amadora, o juiz de instrução criminal aplicou ao detido a prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Desentendimento entre taxistas acaba a tiro

Os dois taxistas da praça do Cartaxo que no dia 27 de Abril se desentenderam levando um deles a disparar um tiro de revólver, sem causar ferimentos no outro, têm versões diferentes dos factos ocorridos. Os seus testemunhos já foram ouvidos pela PSP, que acorreu ao local e, posteriormente, pela Polícia Judiciária, autoridades onde os dois apresentaram queixas.
Tudo se passou pela hora de almoço. Um dos taxistas estava dentro do carro parado num dos últimos lugares da praça de táxis quando o outro chegou. Luís Rebelo, que se encontrava parado, diz que o colega o passou na fila da praça e foi pedir-lhe explicações. Afirma que foi insultado repetidamente e que desafiou o taxista a resolver o assunto fora do carro. “Disse que não valia a pena chatearmo-nos e puxou de um revólver e disparou, com a bala a passar-me ao lado da orelha. Valeu que um outro colega me puxou”, refere Luís Rebelo, 46 anos, taxista naquela praça há dois anos, garantindo que o autor do disparo se dá mal com outros colegas da praça.
A versão do autor do disparo, António Cravo, taxista com 13 anos de trabalho na praça de táxis do Cartaxo, é bem diferente. Refere que chegou de carro à fila da praça e que esperou com o carro a trabalhar atrás do colega durante algum tempo. Buzinou e como não obteve reacção resolveu passar à frente para estacionar, mas sem intenção de lhe tirar a vez.
“Buzinei e nem se mexeu. Depois soube que estava ao computador, que apanha rede de internet da câmara naquele local. Saiu do carro e nem me deixou abrir a porta, começou logo aos murros e pontapés e fui ferido com um qualquer objecto cortante. Um colega tentou puxá-lo mas ele não desistia de me agredir e a determinada altura pensei assustá-lo e dei o tiro para o ar com o revólver que tinha”, explica António Cravo garante que disparou sem intenção de acertar. “Se o quisesse fazer tinha-o feito”, acrescenta.
Fonte da PSP indica que o revólver do autor do disparo está legal e que se apurou que efectuou apenas um disparo para o ar. A arma foi apreendida e o caso foi entregue à Polícia Judiciária, onde decorre o inquérito, tendo os dois homens já sido ouvidos.
Desde que a situação ocorreu que o ambiente na praça de táxis não é bom mas ambos os taxistas têm partilhado o local sem incidentes ou conversas entre ambos. A praça de táxis tem nove lugares e fica em frente ao Centro Cultural do Cartaxo e à sede da junta de freguesia.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Desentendimento entre taxistas acaba aos tiros

O desentendimento entre dois taxistas na praça de táxis do Cartaxo fez com que um deles disparasse um tiro, sem atingir o outro. Tudo se passou à hora de almoço no dia 27 de Abril.
A situação foi espoletada por um desentendimento à entrada da praça de táxis. O taxista que chegou buzinou para o colega que estava parado, que terá pensado que era para chegar com o carro à frente. Quando este quis adiantar o carro, o outro taxista atravessou-se com a sua viatura, tendo a situação originado empurrões com ambos a travarem-se de razões. “O taxista que disparou na direcção do colega foi buscar o revolver ao carro. A bala passou-lhe junto à cabeça. Ele ainda ameaçou dar outro tiro mas foi impedido por outro colega taxista”, conta fonte que presenciou a cena, passada na praça de táxis, junto ao Centro Cultural do Cartaxo e nas imediações da junta de freguesia e do tribunal.
Fonte da PSP indica que o revólver do autor do disparo está legal e que se apurou que efectuou apenas um disparo para o ar. Ainda assim, a arma foi apreendida e o caso foi entregue à Polícia Judiciária, onde decorre o inquérito, tendo os dois homens já sido ouvidos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Nissan NV200: o novo táxi de Nova Iorque pode estar ameaçado

A escolha do Nissan NV200 como “Táxi de Nova Iorque” está sendo contestado por uma controladoria pública local. O problema na escolha do modelo seria a falta de adaptação na Nissan  NV200 para o acesso aos portadores de deficiência física em cadeiras de rodas.
A prefeitura não concorda com a contestação pública, visto que a NV200 já foi demonstrada e apresentação como tendo versão para cadeira de rodas. Serão 2.000 unidades adaptadas a mais que o número atual para a função.
No entanto, os protestos de entidades locais aumentaram desde a escolha da van japonesa para ser o único modelo de táxi na Big Apple por 10 anos. Atualmente apenas 2% da frota local. A prefeitura de Nova Iorque acredita que a contestação não tem meios legais para impedir a escolha.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Praia da Luz: Taxista diz ter transportado Maddie e quatro adultos

António Castela, de 72 anos, diz que a PJ desvalorizou testemunho
Um taxista algarvio garante ter transportado Maddie McCann, a criança inglesa que estava com os pais na Praia da Luz, há cinco anos, juntamente com quatro adultos um dia após o desaparecimento.


António Castela, de 72 anos, garantiu ao jornal inglês 'Daily Mail' ter contactado a Polícia Judiciária, mas que esta terá desvalorizado o testemunho.
O taxista afirma ter a certeza que a criança que transportou no táxi com os quatro adultos e que usava um pijama cor-de-rosa era Madeleine McCann.
Segundo António Castela, os três homens e a mulher que levavam a criança foram levados pelo taxista até ao Hotel Apólo, em Vila Real de Santo António, onde depois terão entrado num jipe azul e partido em direcção a parte incerta.
"Depois de ter ido à polícia relatar o que tinha acontecido numa mais tive notícias deles. Acho que não me levaram a sério", contou o homem ao jornal inglês.
Para Clarence Mitchell, o porta-voz de Kate and Gerry McCann, pais da pequena Maddie, "é chocante que o taxista não tenha sido questionado uma única vez em cinco anos".

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Taxista roubado e espancado

Os três ladrões entraram como clientes no táxi de Teodósio Pedro Dinis, em Algés, Lisboa, no sábado à noite. Mas a noite para o taxista de 70 anos acabou da pior maneira. O destino era a estação da Damaia, na Amadora. Acabou por ser espancado, ameaçado de morte com uma pistola e atirado ao chão. O taxista ficou sem a carteira com 120 euros, documentos e telemóvel e teve de receber tratamento por uma equipa médica do INEM. "Nunca tive tanto medo de morrer", desabafou Teodósio Dinis ao CM.

"Deram-me tantos pontapés na cabeça e na cara que até me partiram os óculos. Agora nem 500 euros tenho para comprar uns novos", continuou a vítima. Quanto aos três ladrões, que não utilizavam capuzes, fugiram de imediato e não mais foram vistos.
O ataque deu-se junto à esquadra da PSP da Venda Nova. Vários agentes ainda acorreram ao local ao ouvirem os gritos, mas já não conseguiram localizar os agressores.
"Um deles não tinha mais de 17 anos, mas tinham muita força. Ainda pegaram na chave do carro, mas depois atiraram-na para um dos bancos. Pensei que ia ficar sem o táxi".
A vítima ainda não foi trabalhar, devido aos ferimentos e ao estado de choque.