O táxi como negócio - Taxista Empreendedor

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Taxista alvo de carjacking

Amadora: Motorista de 37 anos foi deixar um cliente e teve a viatura invadida por quatro assaltantes

O taxista, de 37 anos, tinha acabado de deixar um cliente numa rua da Amadora quando retomou a marcha. Eram 21h00 de quinta-feira e a ordem de paragem dada por uns semáforos numa rua escura despoletou minutos de terror para o motorista. Quatro homens invadiram o Mercedes 190 conduzido pela vítima que, com uma faca encostada ao pescoço, teve de entregar a viatura.
Paulo Estevão, comerciante na rua da Pedra Calcedónia, na Mina, Amadora, foi testemunha do pânico do taxista. "Ele entrou no meu café muito assustado, pedindo um telefone para contactar a PSP", recorda o comerciante.
Depois de, pelas 20h40, ter recolhido um passageiro na praça de táxis de Entrecampos, em Lisboa, a vítima conduziu-o à rua da Pedra Calcedónia, na Amadora. "O passageiro pagou e saiu normalmente", explicou ao CM fonte policial.
Poucos segundos após ter reiniciado a marcha, o motorista foi atacado pelos quatro ladrões. Um entrou para o lugar do pendura e os outros três para o banco de trás. Com uma faca encostada ao pescoço, o taxista foi forçado a abandonar a viatura, que foi conduzida pelo gang na direcção da Brandoa. Até ao final da tarde de ontem, a PSP procurava ainda localizar o táxi, propriedade de uma empresa da zona de Campolide, Lisboa.

PORMENORES

ALERTA DA COOPERATIVA
A empresa proprietária do táxi roubado (Táxis Buiça Lda., em Lisboa) é cooperante da Autocoope, que difundiu um alerta para os associados no sentido de localizar a viatura.

SEGURANÇA
Colegas do motorista frisaram ao CM a necessidade de reforço da segurança dos taxistas.

GANG VIOLENTO
Quatro homens, todos entre os 20 e os 30 anos, não hesitaram em encostar a faca ao pescoço da vítima. É desta forma que fonte policial descreve ao ‘CM’ o gang responsável pelo carjacking

Amadora: Quatro roubam táxi

Um taxista foi ontem vítima de carjacking na zona de Casal de S. Brás, na Amadora. O assalto aconteceu por volta das 21h00, quando quatro homens ameaçaram o taxista com uma arma branca. Os ladrões roubaram o táxi e terão ainda levado outros bens pessoais. Apesar do ataque, a vítima saiu ilesa. O caso está a ser investigado pela PSP.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Quarta geração móvel apresentada em Portugal




Com a "4G", será possível ter mais de 100 megas de velocidade na Internet móvel. A tecnologia, chamada LTE, começa a ser comercializada no final de 2011.

Obras junto às estações de comboio de S.Pedro e S.João preocupam comerciantes

Os comerciantes de São Pedro do Estoril, no concelho de Cascais, atribuem às obras de eliminação de passagem de nível da estação de comboios a responsabilidade pela quebra acentuada no número de clientes. Em S. João do Estoril foram entretanto anunciadas obras para a construção de uma passagem rodoviária inferior, deixando já preocupados os comerciantes.

Em S. Pedro, onde decorrem obras para a realização de duas passagens subterrâneas para peões, Gilberto Santos, da pastelaria “K Y Delícia”, disse à agência Lusa que desde que encerraram a passagem de nível aos automóveis, há cinco anos, o comércio no seu estabelecimento diminuiu mais de 40 por cento.

“Esta era uma pastelaria que estava sempre cheia de gente. As pessoas passavam aqui as tardes na esplanada a apanhar sol, às vezes não havia lugar para as pessoas se sentarem e agora não aparece ninguém”, lamentou.
Também António Carvalho, proprietário da “Mercearia de São Pedro” há mais de 50 anos, lembrou os tempos em que a rua estava sempre com movimento, em que os carros mal tinham lugar para estacionar, nos tempos em que a passagem de nível estava aberta e o comércio ainda era vivo.
“Em tantos anos que aqui estou nunca pensei que isto fosse acontecer. Não se vê ninguém na rua desde que fecharam a passagem”, disse o responsável, sublinhando que o seu estabelecimento, antigamente, tinha quatro empregados para os clientes que chegavam a fazer fila para serem atendidos.
Já Francisco Costa, da “Tabacaria São Pedro”, contenta-se com os novos clientes, que compensam aqueles que se perderam.
“É verdade que o comércio diminuiu muito e que perdi muitos clientes, mas também ganhei outros, os senhores que trabalham nas obras”, adiantou o responsável que afirma que “o pior ainda está para vir”.
A passagem de nível em São Pedro do Estoril foi suprimida em 2005 e, no momento, decorrem as obras de construção de duas passagens inferiores pedonais, o que permitirá o encerramento definitivo do atravessamento da linha.
Também na linha de Cascais, na estação de São João do Estoril foi aprovado um projeto semelhante ao de São Pedro.
Está prevista a construção de uma passagem rodoviária inferior para desnivelamento da via férrea sob a Avenida Marginal e a Rua Homem Cristo, nas imediações do Centro de Saúde e do Forte de Santo António.
O projeto para o local contempla ainda a construção de uma passagem inferior pedonal na estação para atravessamento do público e de escadas de acesso ao cais de passageiros, bem como uma plataforma mecânica elevatória, que permita a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada.
Francisco Roquete, responsável do supermercado “Girassol” que existe junto à estação há mais de 30 anos, é um dos comerciantes que teme o impacto negativo das obras.
“O movimento vai diminuir inevitavelmente, porque os carros vão deixar de passar aqui e já não vai haver aquele cliente de última hora, que para só porque calha a caminho”, afirmou.
Também Mário Vinhas, proprietário da “Ourivesaria Mangil”, aguarda com expetativas o futuro dos comerciantes de São João depois de encerrarem a passagem de nível.
Com opinião diferente, Margarida Marques da retrosaria “Linhas Tortas”, disse à Lusa que o encerramento da passagem de nível será um “alívio” e está segura que o comércio não será afetado.
“Vai ser um alívio porque vai diminuir o trânsito e os acidentes e até pode ajudar o comércio porque, sem carros, as pessoas aproveitam para passear a pé e a probabilidade de entrarem na loja é maior”, sustentou.

terça-feira, 30 de março de 2010

Quatro mil pedem licença de porte de arma



Quatro mil pessoas pediram à PSP licença de uso e porte de arma de defesa pessoal. A acumulação de processos decorreu de uma mudança na lei. Desde 2006 que é obrigatório frequentar um curso e passar num exame. Mas o primeiro curso só começou há três meses.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Problemas... portáteis! Novidade da EMEL para acabar com problema das moedas dá outros problemas



A Emel lançou um novo parquímetro portátil no mês passado. Para evitar o transtorno de arranjar moedas. Mas quem comprou os novos equipamentos já encontrou razões para ficar... transtornado.