O táxi como negócio - Taxista Empreendedor

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Taxistas pedem às Finanças para manter livros de recibos a 5%


A Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) pediu um parecer ao Ministério das Finanças para que os taxistas possam continuar a usar os livros de recibos “marcados” com o IVA a 5%, depois do dia 1 de Julho – data em que a taxa sobe para 6%.
Em causa estão milhares destes livros que, se deixarem de poder ser usados, resultarão num prejuízo de muitos milhares de euros, já que cada um custa perto de 2,50 euros.
Segundo adiantou ao JN o presidente da ANTRAL, Florêncio de Almeida, o pedido foi formulado há cerca de duas semanas e o objectivo é que as Finanças autorizem os cerca de 13 mil taxistas existentes a continuarem a passar os recibos que têm em sua posse, usando um carimbo para alterar a taxa do IVA de 5% para 6%.
Desta forma, evita-se a destruição dos recibos já impressos e comprados e o consequente prejuízo que isso acarretará.
Entretanto, foi decidido que a subida  da taxa do IVA vai ser, pelo menos para já, suportado pelos taxistas. Esta questão será, no entanto, analisada quando arrancarem as negociações para o aumento das tarifas – que já não são actualizadas desde 2008.
Os aumentos, que a ANTRAL entende que terão de ser acima dos 2% – deverão ficar decididos antes do final do ano, pois os taxímetros têm de ser reprogramados até 31 de Dezembro. Além das tarifas, a ANTRAL exige que o Governo responda às suas reivindicações sobre transporte de crianças e controlo dos tempos de condução e acena com um protesto nacional se não tiver resposta até final deste mês.

Taxistas à espera

Mais de cem pessoas que fizeram formação para obter o certificado de aptidão profissional de condução de táxis estão impedidas de entrar na profissão porque o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) não tem dinheiro para pagar ajudas de custo aos membros do júri que preside ao exame final.
Segundo apurou o Correio da Manhã, em causa estão cerca de vinte mil euros que o IMTT deve desde Julho de 2009 aos representantes das associações patronais e sindicais que constituem o júri.
No passado mês de Maio, as associações uniram-se e escreveram uma carta ao presidente do IMTT em que deixaram 'bem claro' que caso não fossem ressarcidos das despesas em atraso deixariam de representar o júri.
Como não obtiveram resposta, concretizaram a ameaça, e não compareceram para avaliar um grupo de candidatos, na Guarda e em Lisboa.
Em risco estão dezenas de outros formandos que têm exame final marcado para as duas últimas semanas deste mês.
Vítor Pereira, dirigente da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicação, confirmou ontem ao CM a dívida e a suspensão dos exames. 'Escrevemos uma carta ao IMTT e não obtivemos resposta. Enquanto o Governo não pagar as despesas em atraso, não haverá exames', adiantou o dirigente sindical, lamentando que os grandes prejudicados 'sejam as pessoas que precisam dos certificado para trabalhar'. Um dos formandos que não pôde realizar o exame na Guarda por falta de júri disse ontem ao CM ter já investido mais de 1500 euros para obter o certificado. 'É uma vergonha. Agora estou à espera que me liguem para fazer a prova e poder trabalhar', desabafou o candidato a taxista.
DISCURSO DIRECTO
"GOVERNO APOSTA NA FORMAÇÃO MAS NÃO PAGA", Florêncio de Almeida, Presidente da Antral
Correio da Manhã –Por que é que o representante da ANTRAL deixou de comparecer nas provas de aptidão dos candidatos?
Florêncio de Almeida – Porque o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) deixou de pagar as despesas aos membros do júri. Não podem ser os técnicos das várias associações a pagar despesas que são da competência do Estado.
– Que justificações dá o IMTT?
– Dizem que vão pagar as despesas em atraso, mas não sabem quando. É uma vergonha o que se está a passar. O Governo aposta e só fala em dar formação às pessoas, mas depois não paga.
– Quantas pessoas é que não têm Certificado de Aptidão Profissional por falta de júri?
– Que eu tenha conhecimento serão, com certeza, mais de 100 candidatos, que estão desesperados para fazer o exame e entrar na profissão. Se, entretanto, a situação não se resolver, daqui a uns meses serão várias centenas.
–Até que ponto é que isto pode afectar o sector?
– Afecta, porque há muitas empresas a precisar de profissionais e muita gente a querer trabalhar.
Fonte :CM

sábado, 10 de julho de 2010

Transportes públicos rejeitam diesel

A poluição causada pelos motores a gasóleo dos autocarros urbanos é a principal razão para a decisão da transportadora de Madrid, a Empresa Municipal de Transportes (EMT), erradicar a compra de veículos a diesel a partir de 2012. Assim, os próximos autocarros comprados para Madrid serão movidos a gás natural e a etanol.
E em Portugal, o que farão transportadoras como a Carris ou a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP)? Para já, a Carris pretende continuar a comprar autocarros a gasóleo, mas com motores mais eficientes e menos poluentes.
A empresa de Lisboa diz que esta é uma forma de obter "um bom compromisso entre a exigência de rentabilidade, o consumo energético e o impacte ambiental".

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Industriais do Táxi promovem jornada inédita de solidariedade em Portugal ANTRAL leva idosos e pessoas carenciadas em peregrinação a Fátima

A ANTRAL – Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros vai realizar no próximo dia 23 de Outubro uma jornada de solidariedade inédita em Portugal, com todos os asssociados que disponibilizem os seus táxis para transportar gratuitamente idosos, nomeadamente aqueles que estejam internados em lares de terceira idade, que queiram ir em peregrinação ao Santuário de Fátima.
A iniciativa da ANTRAL estender-se-á a todo o território de Portugal continental e culminará com uma missa no Santuário, seguida da benção dos táxis dos seus associados.

“A jornada de solidariedade da ANTRAL tem como principal objectivo proporcionar um dia diferente na vida de muitos idosos que, em condições normais, teriam enormes dificuldades em deslocar-se a Fátima. Com esta iniciativa, a ANTRAL pretende também envolver os seus associados numa experiência que visa enaltecer os valores da solidariedade e da responsabilidade”, afirmou Florêncio Plácido de Almeira, presidente da ANTRAL.

A ANTRAL está a trabalhar nalgumas parcerias com empresas e instituições com o objectivo de garantir suporte logístico. Será ainda solicitado o apoio dos bombeiros, do INEM, das forças de segurança e das autarquias, para minimzar as dificuldades de mobilidade de alguns idosos que tenham problemas de saúde mais acentuados.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Táxis e Carris estão contra motos no corredor 'bus'

A proposta da vereação do PCP para permitir a circulação de motos nos corredores bus, que deverá ir a votação na próxima reunião da Câmara de Lisboa, já está a gerar contestação da parte dos taxistas e da empresa Carris, que consideram serem já insuficientes para os transportes públicos os poucos corredores bus existentes. Os motociclistas apoiam fortemente esta proposta, salientando que "vai diminuir a sinistralidade e aumentar a segurança e a mobilidade".

sexta-feira, 2 de julho de 2010

De carro a avião em 30 segundos

O Transition atinge a velocidade de 185km/h no ar, tem autonomia de voo de mais de 700 km, capacidade para duas pessoas e pode passar de carro a avião em 30 segundos. Veja o vídeo.

Os responsáveis pelo projecto asseguram que ele irá “mudar o mundo da mobilidade pessoal”. “Os deslocamentos tornam-se agora numa experiência integrada terra-ar sem dores de cabeça. É o que os entusiastas de aviação procuram desde 1918”, disse Carl Dietrich, presidente da Terrafugia, citado pela BBC.
O veículo é movido a gasolina, tem tracção nas rodas dianteiras, para circular nas ruas, e um propulsor para o voo. Com as asas dobradas, cabe numa garagem normal.
O preço rondará os 163 mil euros e a empresa já recebeu 70 encomendas, tendo os interessados pago 8 mil euros de entrada.
O veículo obteve aprovação para ser produzido como uma aeronave desportiva leve, embora com 50 quilos a mais do que é permitido para a categoria automóvel.
Argumentando ser impossível colocar todos os equipamentos de segurança exigidos para um carro desse tamanho com respeito pelo limite de peso, a empresa que desenvolveu o protótipo, a Terrafugia, acabou por conseguir que a autoridade reguladora da aviação nos EUA abrisse uma excepção e aprovasse esta inovação.
O veículo deverá começar a ser entregue no fim de 2011, assegura a Terrafugia.