O táxi como negócio - Taxista Empreendedor

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Dubai condena casal ocidental a três meses de prisão por sexo em táxi

Uma mulher britânica e um homem irlandês, acusados de realizarem actos sexuais num táxi do Dubai, foram condenados esta quinta-feira a três meses de prisão e depois a deportação, informou o advogado do casal.

O caso é o mais recente no qual ocidentais são vítimas das leis de «moral» dos Emirados Árabes, evidenciando as diferenças culturais, à medida que os Emirados procuram um equilíbrio entre manter a sua identidade muçulmana e servir a uma vibrante indústria turística.
Rebecca Blake e Conor McRedmond negaram as acusações de «violação da honra com consentimento» e de cometer «acto indecente num táxi», quando compareceram perante o tribunal no mês passado. Eles declararam-se culpados numa terceira acusação, por consumo de álcool em público.
«O tribunal sentenciou-os a prisão por três meses e deportação e também a uma multa de 3.000 dirhams (817 dólares) cada um», afirmou o advogado Shaker al-Shammary.
Ele disse que o casal iria recorrer da decisão.
Diversos casos em que ocidentais foram acusados de violar as leis de decência ocorreram nos últimos anos em Dubai, o mais cosmopolita dos sete membros da federação dos Emirados Árabes Unidos.
Em 2008, um casal britânico foi considerado culpado por ter relações sexuais bêbado, sem ser casado e em público, numa praia de Dubai. Eles foram condenados a três meses de prisão e depois a deportação, mas tiveram os seus prazos na prisão diminuídos depois de recorrerem.
Em 2010, outro casal britânico foi condenado a um mês na prisão e multado por se beijar na boca num restaurante em Dubai.
O abismo cultural no Estado do Golfo Árabe entre a população muçulmana nativa e a comunidade expatriada é notável na vida quotidiana.
Enquanto as mulheres nativas cobrem-se da cabeça aos pés com um lenço e o tradicional vestido preto, alguns expatriados ocidentais andam com calções e mini-saiais, e as praias públicas estão cheias de turistas de biquíni.

Taxistas exigem que Governo regule transporte de doentes e crianças

O transporte de doentes e crianças e a atualização tarifária foram alguns dos problemas que os taxistas levaram hoje ao primeiro-ministro, a quem pediram uma rápida resolução porque o setor "está a bater no fundo".

"Não viemos pedir nada que tenha afetação no Orçamento do Estado. É  uma questão de empenho político", disse o presidente da Federação Portuguesa  do Táxi (FPT) aos jornalistas. 
A FPT e a Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis  Ligeiros (ANTRAL) foram hoje à residência oficial do primeiro-ministro,  em Lisboa, entregar um memorando em que expõem os principais problemas que  o setor atravessa. 
Uma hora depois de estarem reunidos com dois assessores de Pedro Passos  Coelho, que está em Bruxelas para participar na reunião do Conselho Europeu  que vai discutir o próximo envelope financeiro da União Europeia, os presidentes  daquelas organizações saíram sem respostas. 
"As questões vão ser agora encaminhadas para os departamentos governamentais  que tratam desses assuntos. Vamos aguardar uma resposta", disse Florêncio  Almeida. 
"Se não forem apresentadas soluções em breve para os problemas graves  que nos afetam, vamos ter de procurar outros meios para pressionar o Governo",  sublinhou. 
Frisando que esta é a "segunda vez que a Associação Nacional dos Transportadores  Rodoviários em Automóveis Ligeiros e a FPT se unem na defesa dos seus direitos",  Florêncio Almeida disse que "o setor está todo unido para defender os seus  direitos". 
"O que não é possível é continuarmos com esta situação", acrescentou.
Os taxistas contestam uma portaria do Ministério da Saúde que alarga  os tipos de veículos com possibilidade de transporte de doentes não urgentes,  até agora exclusivo das ambulâncias e dos táxis. 
Exigem ainda o acesso aos concursos públicos para o transporte de crianças  de e para a escola, que está a ser feito "praticamente em exclusivo" pelas  corporações de bombeiros, e uma atualização das tarifas em 2013. 
A isenção dos registos dos tempos de trabalho e de descanso e a manutenção  da regulamentação do setor são outros dos assuntos que levaram ao primeiro-ministro.
Lusa

Taxista mata na cama e lança fogo à amante

Motorista era toxicodependente. Assassinou amante à facada para a roubar
Quando esteve na vivenda que Graça Parracho Ferreira partilhava com os pais, em Porto Salvo, Oeiras, o taxista não deixou de reparar no ouro e em outros bens de valor que a esteticista, 51 anos, exibia no primeiro andar. No último dia 12, faz mais uma vez sexo com a amante no local, até que a asfixiou e assassinou com cinco facadas nas costas. Depois lançou fogo ao corpo, na cama – e roubou o que pôde.
Motorista de táxi em Lisboa, de 44 anos, o toxicodependente fez de tudo para ocultar provas do crime – além de incendiar o cadáver, já de madrugada, desfez-se dos telemóveis, o seu e o da vítima, além da faca com que matou. Pôs tudo no lixo. Alugou um quarto na Praça da Alegria, vendeu os bens roubados, comprou droga, mas foi entretanto identificado, como principal suspeito, pela secção de homicídios da Judiciária.
Ainda andou fugido, mas o cerco foi apertando e no último fim-de-semana não resistiu mais – anteontem já foi presente ao juiz de instrução, em Oeiras, tendo recolhido em prisão preventiva. Deixou pontas soltas ao querer executar o homicídio perfeito.
INVESTIGAÇÃO AO INCÊNDIO DEU CERTEZAS SOBRE O CRIME 
Dois agentes da PSP em patrulha passavam pela vivenda, na rua Tapada das Murteiras, quando viram uma nuvem de fumo a sair pela porta do primeiro andar, cerca das 02h00 do dia 12. Chamaram os bombeiros e foram encontrar Graça Ferreira deitada na cama, morta e com o corpo já carbonizado pelas chamas que saíam do colchão. O cigarro ali deixado podia indiciar um cenário de acidente, mas os investigadores de incêndios da PJ, logo às primeiras perícias, chamaram os colegas dos homicídios: o facto de a porta estar aberta e a forma como o colchão ardeu, indiciando o uso de um líquido acelerante, não deixaram dúvidas de que se tratava de homicídio.
INEM ASSISTIU MÃE EM CHOQUE COM A NOTÍCIA
Os pais de Graça Ferreira, idosos que vivem no rés-do-chão da moradia em Porto Salvo, não acordaram com o fogo ao início da madrugada – a PSP bateu-lhes à porta a dar conta do sucedido, e a mãe da vítima, em choque com a situação, teve de ser logo assistida pelo INEM. A família pensou inicialmente ter-se tratado de um acidente, uma vez que a esteticista de 51 anos não tinha conflitos conhecidos, mas a Polícia Judiciária rapidamente concluiu ter-se tratado de um homicídio: além dos vestígios deixados no incêndio e dos cinco golpes de faca desferidos na vítima – nas costas e na mão direita –, visíveis na autópsia, vários bens de Graça tinham desaparecido, nomeadamente o seu telemóvel, entretanto desligado.

Juízes deslocam-se de táxi por falta verba para a inspeção de viatura do tribunal

Os juízes do Tribunal de Torres Vedras estão obrigados a deslocar-se de táxi para os tribunais do círculo, porque o automóvel do tribunal está sem inspeção há mais de uma semana, sem que o Governo autorize o pagamento da verba.
Fonte do tribunal explicou à agência Lusa que o veículo está parado desde o dia 12, uma vez que até à véspera o Ministério da Justiça não autorizou a verba de cerca de 30 euros, necessária para efetuar a inspeção anual da viatura.
Em alternativa, os juízes e outros funcionários judiciais são obrigados a recorrer a táxis para se deslocarem aos tribunais da Lourinhã e do Cadaval, respetivamente a 22 e 28 quilómetros de Torres Vedras, onde está localizada a sede do tribunal de círculo.
"Não há 30 euros para a inspeção, mas há dinheiro para os táxis, que cobram 40 euros de irem à Lourinhã e virem ou 60 euros para o Cadaval", lamentou a mesma fonte.
Com deslocações de duas a três vezes por semana aos tribunais do círculo, a despesa pode chegar aos 500 euros em apenas um mês, quando a despesa anual poderia ser apenas de 30 euros, uma vez que as verbas para o combustível estão asseguradas.
Contactado pela Lusa, o Ministério da Justiça esclareceu por escrito que a Direção-Geral da Política de Justiça, ou qualquer outro organismo do Estado, "não está autorizada a fazer despesa sem o aviso prévio do Ministério das Finanças", conforme despachado do ministro das Finanças de 12 de setembro.

ANTRAL e FPT entregam ofício ao primeiro-ministro


A Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) e a Federação Portuguesa do Táxi (FPT) vão entregar um ofício ao gabinete do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, no qual sublinham as dificuldades sentidas diariamente pelos industriais do setor e relembram as diligências encetadas junto do Executivo, sem que até ao presente se tivesse verificado resposta satisfatória por parte do Governo.

O ofício será entregue esta quinta-feira pelos presidentes daquelas duas estruturas de representação nacional, Florêncio Plácido de Almeida (ANTRAL) e Carlos Alberto Ramos (FPT), que vão solicitar ainda uma audiência ao primeiro-ministro, já que existem questões imediatas cuja repercussão na rentabilidade do setor do táxi é de tal forma acentuada que necessitam de resposta urgente do Governo.

A ANTRAL e a FPT esperam que com esta audiência possam impedir que o Governo, através da sua ação e/ou não ação, “empurre para a falência” o setor do táxi, no qual muitos dos seus profissionais já vivem em situação de extrema carência económica a que urge pôr fim e que em muito é potenciada pela ausência de soluções e decisões por parte do Executivo.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Câmara de Lisboa vai alargar proibição de circulação a carros anteriores ao ano 2000

A Câmara de Lisboa vai limitar ainda mais a circulação de carros antigos na cidade. A partir de abril são proibidos os carros anteriores ao ano 2000, ou seja, um automóvel com 13 anos não poderá entrar no centro da cidade.